|
|
Caymmi, um pedaço do Brasil
Baixar Mp3 |
|
|
Pesquisa |
|
|
|
Os leitores Marina F. e César B. querem debater o bem do Brasil. Marina discorda das críticas ao governo, mas não vê no colunista a “obsessão anti-lulista, que não hesita em sacrificar o bem do Brasil porque não pode ver um trabalhador na Presidência”, como César argumenta.
|
||||||||||||||||
| 06/03/10 | |
| |
LULA PODE CHEGAR A ISRAEL DIFERENTE
Nos meios oficiais de Israel já se sabe da conversa do presidente Lula com a Secretaria de Estado, Hillary Clinton. Ouvi comentários de meios responsáveis, e alguém me disse que jamais soube de chefe de governo com semelhante jogo de corpo.
Até quinta-feira à noite, o programa da visita de Lula ainda estava sendo montado. Ele virá por dia e meio a Israel. O mesmo que dedicará à Autoridade Palestina e à Jordânia. Dorme uma noite em Jerusalém, uma noite em Belém e uma noite em Amã, capital da Jordânia, Somente em maio, portanto com bom intervalo, visitará o Irã. A diferença está em que visitou Israel antes na qualidade de líder sindical.
Lula será pressionado no caso do Irã, questão vital para Israel. Soube-se, claro, de Lula ter dito a Hillary Clinton que a posição que adota decorre da Constituição brasileira. Mas Israel deve pedir o voto brasileiro quando for apresentado ao Conselho de Segurança a proposta de sanções castradoras do poder iraniano. O voto brasileiro é da maior importância. Também se procura obter os votos da Turquia e do Líbano.
É possível que Israel apresente informações que Lula desconheça não só sobre o Irã como as relações incestuosas que mantém com o Hizbala e o Hamas e as ameaças disto decorrentes. Dos mísseis que têm em seus arsenais. Optou-se por entender que Lula terá dito que comprovado que o Irã fabrica a Bomba poderá mudar de opinião. Nestas horas nunca faltam circulação de diferentes hipóteses.
Mas é bem possível que Lula chegue a Israel num contexto de transformações. E uma atitude em favor da pacificação do Oriente Médio ganhe significado especial. O chefe do governo israelense, Bibi Netanyahu aplaudiu resolução dos 22 paises da Liga Árabe na reunião do Cairo aceitando sugestão americana de que as negociações de paz entre Israel e Palestina sejam imediatamente retomadas pelo sistema de proximidade. Mas por 4 meses apenas depois disso, dizem lideres árabes, se não houver progresso, que seja o que Deus quiser que pode ser o pior.
Por proximidade se entende que negociações podem ser num mesmo local apenas que os lados se falam por terceira pessoa. Ou podem ser com esta mesma terceira pessoa indo de Jerusalém israelense para Ramala palestina num ida e vinda até se chegar a bom resultado.
Na próxima semana chegam à região o vice-presidente americano, Joe Biden e o enviado especial de Obama, George Michel. Bibi afirma “estar convencido que a vinda de Biden contribuirá para avanço concreto do processo diplomático e existem indicações disto”. E acrescentou o chefe do governo israelense que “se tal sistema é necessário (da proximidade) nós aceitamos. Israel está pronta, pois desejamos retomar o processo diplomático e concluí-lo”.
(*) (*) Nahum Sirotsky é correspondente de Zero Hora no Oriente Médio e colunista do portal “Último Segundo”.
Carlos Brickmann
Marisa Martins Hädrich| 03/05/10 | |
Neide Archanjo
Alegra-me este setembro
com rosto de agosto:
céu plúmbeo ventos arados
algumas chuvas crescendo
figos úmidos e brandos e afáveis
mais estes insetos em bonança
gordos gatos.
Deus sorri
e deslocam-se ângulos
presenças
estados de espírito.
Renascem lembranças.
No corpo
o pássaro da pele
emplumado canta.
| 03/09/10 | |
Josef Barat (*)
Ampla matéria do Estado (Brasil tem 34,8 milhões de pessoas que vivem sem coleta de esgoto, 21/8, A25) abordou o retrato desolador da infraestrutura sanitária no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Fica claro que a tão decantada 8.ª economia do mundo não consegue oferecer a grande parte de seus cidadãos a cobertura necessária de serviços de esgotamento sanitário, tratamento e disposição (continua...)