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Caymmi, um pedaço do Brasil
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A primeira reação da Caixa Econômica Federal é a de que nada tem a ver com o “conto do bolão”, sofrido por 40 apostadores de Novo Hamburgo. Ledo engano.
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| 24/02/10 | |
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Israel apresentou domingo um avião que pode voar 29 horas, controlado à distância, sem piloto. Foi desenhado para observações e levar cargas pesadas a grandes distâncias.
A empresa construtora estatal “Israel Aereo Space Industries” só diz que foram utilizados na guerra de Gaza no ano passado. Mas não faltaram especulações de que, em 29 horas se pode chegar com folga ao Irã.
A apresentação do aparelho não se relaciona com os rumores de que o Irã poderá produzir sua bomba nuclear no ano corrente, destacou-se. A revista alemã, “Der Spiegel”, por exemplo, de acordo com resumo de “Arutz Sheva”, Canal Sete, prevê que esta primeira bomba será primitiva.
O ministro das Ciências do Irã, Kamran Daneshjoo, é a mais alta autoridade da agência nuclear iraniana. A revista estima que a primeira bomba tenha tamanho de um caminhão. Arutz Sheva diz que a previsão é a de que, em dois ou no máximo em quatro anos o Irã terá um bomba do tamanho de um obus, que poderá ser lançada sobre Israel.
No “NewYork Review of Books” de dezembro o físico americano Jeremy Bernstein lembra que o país comprou projeto de bomba do cientista paquistanês A. Q. Khan que fez grandes negócios de seus conhecimentos. E que os iranianos terão Urânio 235 suficiente para duas bombas iniciais este ano. Diz que a suspeita fez com que a ONU construísse no Turqueministão um centro de escuta sensível a choques sísmicos que ocorrem nos testes nucleares subterrâneos.
O general Paetreus, do Comando Central dos Estados Unidos, anuncia que se considera que todas as oportunidades foram concedidas ao Irã para uma solução diplomática das duvidas da Comunidade Internacional sobre os objetivos dos programas nucleares. Prevê para breve as mais pesadas sanções para forçar o Irã a corresponder às decisões do Conselho de Segurança. Dos cinco países com poder de veto - Estados Unidos, Rússia, China, França, Inglaterra - a China é que ainda resiste a aprovar a linha dura proposta.
David Horowitz, conceituado e bem informado colunista do “Jerusalém Post”, diário israelense em inglês de linha conservadora, escreveu há dias que, “o que mais preocupa os órgãos de defesa são mísseis e terrorismo, a vulnerabilidade da frente interna.” Seu foco não é sobre a capacidade militar tradicional, mas, numa escalada em ordem descendente de perigo, a Al Qaeda, o Hamas, o Hizbolah, a Síria e o Irâ.
O Hizbolah, do lado libanês, e o Hamas na Frente de Gaza, são aliados do Irã e teriam dezenas de milhares de mísseis. Ha poucos dias Nazralla dizia pela televisão do Hizbolah, que na hipótese de novo confronto seus mísseis cairiam em Tel Aviv e demais grandes cidades israelenses.
A questão é a frente interna que um míssil cruza de lado a lado num piscar dos olhos.
(*) Nahum Sirotsky é correspondente de Zero Hora no Oriente Médio e colunista do portal “Último Segundo”.
Carlos Brickmann
Marisa Martins Hädrich| 03/05/10 | |
Neide Archanjo
Alegra-me este setembro
com rosto de agosto:
céu plúmbeo ventos arados
algumas chuvas crescendo
figos úmidos e brandos e afáveis
mais estes insetos em bonança
gordos gatos.
Deus sorri
e deslocam-se ângulos
presenças
estados de espírito.
Renascem lembranças.
No corpo
o pássaro da pele
emplumado canta.
| 03/09/10 | |
Josef Barat (*)
Ampla matéria do Estado (Brasil tem 34,8 milhões de pessoas que vivem sem coleta de esgoto, 21/8, A25) abordou o retrato desolador da infraestrutura sanitária no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Fica claro que a tão decantada 8.ª economia do mundo não consegue oferecer a grande parte de seus cidadãos a cobertura necessária de serviços de esgotamento sanitário, tratamento e disposição (continua...)